O Pastor Belga é dotado de uma grande e rápida capacidade de aprendizagem, magnifica versatilidade mental e de interpretação, sendo capaz de passar da inactividade à acção em segundos, capaz de mudar repentinamente de direcção em plena velocidade, com nervos de aço, capaz de largos períodos de concentração, é corajoso, determinado e destemido, bem como vigilante e sociável.
O Pastor Belga apresenta grande necessidade de actividade, sendo extremamente activo e brincalhão, mas sempre vigilante; de olhar vivo e interrogador demonstra a sua extrema inteligência. Um Pastor Belga de bom temperamento é um animal carinhoso, prudente nas suas reacções, nunca é o primeiro a atacar, não é um mordedor mas, como é valente e atrevido, nunca abandonará o seu dono, não se acobarda e não hesitará em defendê-lo. Não costuma interagir facilmente com estranhos a não ser com a intervenção do dono.
Desempenhando a sua função de guarda o Pastor Belga actua de forma peculiar, não abandonando o seu território para perseguir um invasor em fuga, o que é considerado uma herança da sua actividade de pastoreio original quando não podiam largar o rebanho sozinho. O seu temperamento exuberante e a sua vontade de agradar e proteger faz com que tenda a movimentar-se em circulos.
É um cão muito dócil e afectuoso, sempre pronto a seguir o dono (sendo por isso apelidado de cão sombra) com quem tem de ter contacto constante, tem absoluta necessidade de ser amado e de viver num ambiente de confiança. Criado com carinho adapta-se a tudo quanto o seu dono lhe peça, desenvolvendo laços de afectividade extremamente fortes, mas aceita mal a brutalidade à qual nunca deverá ser sujeito. Quando se analisa o seu temperamento deve ter-se em atenção que coexista um equilíbrio harmonioso entre coragem e impulso, bom instinto de luta e resistência para suportar adversidades.
É também uma raça muito funcional com provas dadas a nível mundial em quase todos os desportos caninos e em inúmeras provas de trabalho e utilidade. Estes cães destacam-se em provas de defesa, policia, ringue, sendo magníficos a seguir rastos e grandes especialistas em actividades como cão de catástrofe, cão de corpo de saúde militar, droga e explosivos etc.
Quem procurar não apenas um companheiro afectivo e sensível mas também um guarda incorruptível tem no Pastor Belga uma das melhores opções.
CUIDADOS GERAIS
Como cão rústico não precisa de muitos cuidados e tratamentos do pêlo bastando uma escovadela mensal excepto nas fases de muda em que perde grandes quantidades de subpêlo. Nessas alturas é conveniente ajudar à renovação da pelagem com frequentes e profundas escovagens que arrastem todo o pêlo morto e permitam o arejamento das camadas interiores. Nunca devemos recorrer à máquina de tosquiar, quando aparecem nós no pêlo não os devemos cortar mas sim desenredá-los, com um pente de dentes fortes e bem espaçados.
O Groenendael exibe um manto comprido e brilhante de agradável textura. Não necessita de tomar banhos frequente pois uma das suas vantagens é a ausência do característico odor a cão. Os banhos em demasia só tornam o pêlo fraco, retirando a camada de subpêlo que tem; a acção dos shampôs degrada e faz desaparecer a substância sebácia da pele e do pêlo tornando-o fraco e quebradiço. Só recorremos ao banho nos casos que o cão se tenha sujado de forma muito intensa.
No Verão procuraremos evitar que se exponha excessivamente aos raios solares,
uma vez que têm um efeito degradante sobre a cor preta, que perde vivacidade e
brilho, aparecendo uma tonalidade avermelhada nada desejável.
Cão robusto habituado à intempérie, à vida ao ar livre, adapta-se com facilidade aos mais diversos tipos de clima.
Uma boa alimentação equilibrada, desparasitações precisas e vacinação adequadas, são factores essenciais para o seu bem-estar e longevidade.
COMO EDUCAR
Como cão rústico não precisa de muitos cuidados e tratamentos do pêlo bastando uma escovadela mensal excepto nas fases de muda em que perde grandes quantidades de subpêlo. Nessas alturas é conveniente ajudar à renovação da pelagem com frequentes e profundas escovagens que arrastem todo o pêlo morto e permitam o arejamento das camadas interiores. Nunca devemos recorrer à máquina de tosquiar, quando aparecem nós no pêlo não os devemos cortar mas sim desenredá-los, com um pente de dentes fortes e bem espaçados.
O Groenendael exibe um manto comprido e brilhante de agradável textura. Não necessita de tomar banhos frequente pois uma das suas vantagens é a ausência do característico odor a cão. Os banhos em demasia só tornam o pêlo fraco, retirando a camada de subpêlo que tem; a acção dos shampôs degrada e faz desaparecer a substância sebácia da pele e do pêlo tornando-o fraco e quebradiço. Só recorremos ao banho nos casos que o cão se tenha sujado de forma muito intensa.
No Verão procuraremos evitar que se exponha excessivamente aos raios solares,
uma vez que têm um efeito degradante sobre a cor preta, que perde vivacidade e
brilho, aparecendo uma tonalidade avermelhada nada desejável.
Cão robusto habituado à intempérie, à vida ao ar livre, adapta-se com facilidade aos mais diversos tipos de clima.
Uma boa alimentação equilibrada, desparasitações precisas e vacinação adequadas, são factores essenciais para o seu bem-estar e longevidade.
Os cães de pastor têm uma inteligência desperta pelo que é muito fácil educá-los, uma vez que têm muito boa memória e recordam tudo o que se lhes ensinou. Gostam de muita actividade e interacção muito próxima das pessoas
Nada tem tanta influência na educação de um cão sensível como os Belgas como a experiência e a paciência do educador. Portanto não improvise e estude cada actuação atentamente antes de castigar o seu cão inadequadamente.
Enriqueça o vocabulário do seu cão desde cachorro, ensinando-lhe uma palavra nova para cada um dos actos que quer que ele faça. Através desta palavra o cão relaciona o que lhe pedimos com a acção concreta que queremos que ele efectue.
Nunca obrigue o seu cão a fazer alguma coisa para a qual ele não se sinta motivado. O êxito da educação reside em motivá-lo a fazer aquilo que queremos e não em impor. Os belgas requerem estimulação mental tanto ou mais que física, como cães inteligentes e sociáveis , exercícios repetitivos , rotinas aborrecem-no; eles gostam de agradar, aprendem a brincar e podem reagir mal ao ensinamento se este for baseado em castigos ou intimidações. Devem ser treinados á base de prémios e guloseimas.
Nada tem tanta influência na educação de um cão sensível como os Belgas como a experiência e a paciência do educador. Portanto não improvise e estude cada actuação atentamente antes de castigar o seu cão inadequadamente.
Enriqueça o vocabulário do seu cão desde cachorro, ensinando-lhe uma palavra nova para cada um dos actos que quer que ele faça. Através desta palavra o cão relaciona o que lhe pedimos com a acção concreta que queremos que ele efectue.
Nunca obrigue o seu cão a fazer alguma coisa para a qual ele não se sinta motivado. O êxito da educação reside em motivá-lo a fazer aquilo que queremos e não em impor. Os belgas requerem estimulação mental tanto ou mais que física, como cães inteligentes e sociáveis , exercícios repetitivos , rotinas aborrecem-no; eles gostam de agradar, aprendem a brincar e podem reagir mal ao ensinamento se este for baseado em castigos ou intimidações. Devem ser treinados á base de prémios e guloseimas.
ESTALÃO
Classificação F.C.I.
Grupo 1 - Cães Pastores e Boieiros (excepto boieiros suíços)
Secção 1 - Cães Pastores
Padrão F.C.I.15 - 22 de Junho de 2001
País de origem: Bélgica
Nome no país de origem: Chien de Berger Belge:
Classificação F.C.I.
Grupo 1 - Cães Pastores e Boieiros (excepto boieiros suíços)
Secção 1 - Cães Pastores
Padrão F.C.I.15 - 22 de Junho de 2001
País de origem: Bélgica
Nome no país de origem: Chien de Berger Belge:
- Groenendael
- Laeckenois
- Malinois
- Tervueren
Utilização A origem do pastor belga, hoje cão de utilidade
(guarda, defesa, pastoreio) e de serviço polivalente
é a mesma do cão de família.
Sujeito á prova de trabalho para campeonato internacional
APARÊNCIA GERAL: é um cão mediolíneo, harmoniosamente proporcionado, juntando elegância e força, de tamanho médio, de musculatura seca e forte, inscrito num quadrado; rústico, acostumado à vida ao ar livre e construído para resistir às variações atmosféricas tão frequentes no clima belga. Pela harmonia de suas formas e o porte altivo da cabeça, o Pastor Belga deve dar a impressão dessa elegante robustez que se tornou um atributo dos representantes seleccionados de uma raça de trabalho. O Pastor Belga será julgado nas suas posições naturais, sem contacto físico com o apresentador.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: o Pastor Belga está inscrito em um quadrado. O peito desce até o nível dos cotovelos. O comprimento do focinho é igual ou ligeiramente superior à metade do comprimento da cabeça.
CABEÇA: portada alta, longa, sem exagero, rectilínea, bem cinzelada e seca. O comprimento do crânio e o do focinho são semelhantes, no máximo, com uma vantagem muito ténue para o focinho, o que confere ao conjunto uma impressão de fino acabamento.
REGIÃO CRANIANA: de largura média, em proporção ao comprimento da cabeça; a testa mais para plana que arqueada e o sulco sagital pouco acentuado. Vistas de perfil, as linhas superiores do crânio e do focinho são paralelas. Crista occipital pouco pronunciada, arcadas superciliares não proeminentes.
Stop: moderado.
REGIÃO FACIAL
Trufa: preta.
Focinho: de comprimento médio e bem cinzelado debaixo dos olhos, diminuindo gradualmente em direcção ao nariz, em forma de cunha alongada; cana nasal recta e paralela à linha superior prolongada da testa, os maxilares estão bem afastados.
Lábios: finos, bem fechados, e fortemente pigmentados.
Maxilares / Dentes: dentes fortes e brancos, regulares e fortemente inseridos nos maxilares bem desenvolvidos. Articulados em tesoura; a mordedura em pinça que é preferida pelos condutores de rebanhos e gados, é tolerada. Dentição completa, correspondendo à fórmula dentária; a ausência de 2 pré-molares (2PM1) é tolerada e os molares 3 (M3) não devem ser levados em consideração.
Bochechas: secas e bem planas, embora musculosas.
Olhos: de tamanho médio, nem proeminentes, nem profundos; ligeiramente amendoados; oblíquos; castanhos, de preferência escuro; pálpebras,
pretas; olhar frontal, vivo, inteligente e interrogador.
Orelhas: de aspecto claramente triangular, rijas e erectas de implantação alta ,conchas bem arredondadas, as extremidades em ponta, portadas rectas e verticalmente quando o cão está em atenção.
PESCOÇO: bem desenvolvido, ligeiramente alongado, bem musculoso, alargando-se gradualmente para os ombros e sem barbela. A nuca é ligeiramente arqueada.
TRONCO: grande sem ser pesado. O comprimento da ponta do ombro até a ponta da nádega é aproximadamente igual à altura no garrote.
Linha superior: a linha superior do dorso e do lombo é recta.
Garrote: acentuada.
Dorso: firme, curto e bem musculoso.
Garupa: bem musculosa; inclinada muito ligeiramente; suficientemente larga, mas sem excesso.
Peito: pouco largo, mas bem descido. As costelas arqueadas em sua parte superior.
Visto de frente, o ante peito é pouco largo, sem ser estreito.
Linha inferior: começa abaixo do peito e levanta-se ligeiramente em uma curva harmoniosa em direcção ao ventre, que é moderadamente desenvolvido.
CAUDA: bem inserida, forte na base, de comprimento médio, atingindo o jarrete ou o ultrapassando de preferência. Em repouso, é portada pendente, a ponta ligeiramente curvada para trás no nível do jarrete. Em acção, mais elevada, sem ultrapassar a horizontal. A curva em direcção à ponta é mais acentuada, sem que ela nunca forme um gancho ou um desvio.
MEMBROS
Anteriores: ossatura sólida, mas não pesada. Musculatura seca e forte. Os anteriores são bem aprumados vistos de todos os lados e perfeitamente paralelos vistos de frente.
Ombros: as omoplatas são longas e oblíquas, os ombros bem colocados, formando com o úmero um ângulo suficiente e ideal de 110 a 115°.
Braços: longos e suficientemente oblíquos.
Cotovelos: firmes, nem descolados, nem cerrados.
Antebraços: longos e rectos.
Carpos: muito firmes e nítidos.
Metacarpos: fortes e curtos, os mais perpendiculares possíveis ao solo ou ligeiramente inclinados para a frente.
Patas: redondas, pés de gato, dedos arqueados e bem fechados. Almofadas espessas e elásticas. Unhas escuras e grossas.
Posteriores: poderosos, mas sem serem pesados; de perfil, os posteriores são bem aprumados e, vistos por trás, perfeitamente paralelos.
Coxas: de comprimento médio, largas e fortemente musculosas.
Joelhos: aproximadamente aprumados à garupa; angulação do joelho normal.
Pernas: de comprimento médio, largas e musculosas.
Jarretes: bem descidos, largos e musculosos. Moderadamente angulados.
Metatarsos: sólidos e curtos. Os presunhos não são desejados.
Patas: podem ser ligeiramente ovais. Dedos arqueados e bem fechados. Almofadas espessas e elásticas. As unhas são escuras e grossas.
MOVIMENTAÇÃO: viva e livre em todos os seus tipos. O Pastor Belga é um bom galopador, mas sua movimentação habitual são os passos e especialmente o trote. Os membros se movem paralelamente ao plano mediano do corpo. Em grande velocidade, os pés se aproximam do plano mediano . No trote, a amplitude é média, o movimento é regular e fácil, com uma boa propulsão dos posteriores. A linha superior permanece bem firme, sem que os anteriores sejam levantados muito alto. Constantemente em movimento, o Pastor Belga parece incansável. O seu modo de andar é rápido, elástico e vivo. Ele é capaz de fazer uma mudança repentina de direcção em plena velocidade. Pelo seu temperamento exuberante e seu desejo de guardar e proteger, ele tem uma tendência a movimentar -se em círculo.
Pele: elástica, mas bem estendida sobre o corpo; borda dos lábios e das pálpebras bem pigmentadas.
PELAGEM E VARIEDADES: o pêlo é de comprimento, de aspecto e
de cor variada nos Pastores Belgas, esse ponto foi adoptado como critério para distinguir as 4 variedades da raça: o Groenendael, o Tervueren, o Malinois e o Laekenois. Essas quatro variedades são julgadas separadamente .
TEXTURA DO PÊLO: em todas as variedades, o pêlo deve ser sempre denso, fechado e de boa textura, formando com o sub-pêlo lanoso uma excelente cobertura protectora.
A- PÊLO LONGO: o pêlo é curto sobre a cabeça, na face externa das orelhas e na parte inferior dos membros, menos na borda posterior do antebraço que é guarnecida do cotovelo ao carpo por pêlos longos chamados franjas. O pêlo é longo e liso sobre o restante do corpo. Mais longo e abundante ao redor do pescoço e sobre o ante-peito, onde ele forma um colar e uma juba. A entrada do canal auditivo é protegida por pêlos espessos. Os pêlos, a partir da base das orelhas, são levantados e emolduram a cabeça. A parte traseira das coxas é provida de um pêlo muito longo e muito abundante, formando culotes. A cauda é guarnecida por pêlos longos e abundantes formando penacho. O Groenendael e o Tervueren são cães de pêlo longo.
B- PÊLO CURTO: o pêlo é muito curto sobre a cabeça, na face externa das orelhas e na parte inferior dos membros. É curto sobre o corpo e mais abundante na cauda e ao redor do pescoço, onde forma uma juba que nasce na base das orelhas, estendendo-se até a garganta. A parte traseira das coxas também é franjada de pêlos mais longos. A cauda é eriçada, mas não forma penacho. Os Malinois são de pêlo curto.
C- PÊLO DURO: o que caracteriza sobretudo o pêlo duro é seu estado de rudeza e de secura, que, além disso, é também áspero e eriçado. O comprimento do pêlo no corpo é de 6 cm sobre todas as partes. É mais curto sobre a cana nasal, na testa e nos membros. Ao redor dos olhos e ao redor do focinho, os pêlos não devem ser tão desenvolvidos a ponto de esconder a forma da cabeça. A existência da guarnição do focinho é, todavia, obrigatória. A cauda não deve formar penacho. Os Laekenois são de pêlo duro.
COR
Máscara: nos Tervueren e nos Malinois, a máscara deve ser muito bem pronunciada e tender a englobar os lábios superiores e inferiores, a comissura labial e as pálpebras em uma só zona preta. Foi definido um mínimo de 6 pontos de pigmentação: as duas orelhas, as duas pálpebras superiores e os dois lábios (superior e inferior) devem ser pretos.
Carbonado: para os Tervueren e os Malinois, carbonado significa que os pêlos têm uma extremidade preta, que sombreia a cor de base. Esse preto é de toda maneira em forma de “chama”, e não pode estar presente nem em grandes placas, nem em verdadeiras listras (tigrado). Nos Laekenois, o carbonado é mais discreto.
Groenendael: unicamente preto.
Tervueren: unicamente o fulvo encarvoado e o cinza-carbonado com máscara preta. Entretanto, a cor fulvo-carbonado é a preferida. O fulvo deve ser saturado, mas não deve ser nem claro nem esbatido. Qualquer cão cuja cor seja diferente da fulvo-carbonado ou que não responda à intensidade desejada não poderá ser considerado um exemplar de elite.
Malinois: unicamente fulvo-carbonado com máscara preta.
Laekenois: unicamente fulvo com traços de encarvoado, principalmente, no focinho e na cauda.
Para todas as variedades: um pouco de branco é tolerado no peito e nos dedos.
TAMANHO
Altura na cernelha: a altura desejada é em média de:
62 cm para os machos.
58 cm para as fêmeas.
Limite: menos 2 cm, mais 4 cm.
Peso: Machos: entre 25 e 30 kg.
Fêmeas: entre 20 e 25 kg.
Medidas: medidas médias normais de um cão Pastor Belga, macho de 62 cm no garrote:
• comprimento do corpo (da ponta do ombro à ponta da nádega): 62 cm.
• comprimento da cabeça: 25 cm.
• comprimento do focinho: 12,5 a 13 cm.
FALTAS: Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exacta proporção de sua gravidade.
• Aparência geral: muito pesado, falta de elegância, muito leve ou muito fraco, mais longo do que alto, inscrito em um rectângulo.
• Cabeça: pesada, muito forte, falta de paralelismo, sem cinzelamento ou seca; testa muito arredondada; stop muito marcado ou não marcado; focinho muito curto ou pontudo; cana nasal côncava; arcadas supraciliares muito
proeminentes.
• Trufa, lábios e pálpebras: sinais de despigmentação.
• Dentição: incisivos mal implantados. DEFEITO GRAVE: falta de 1 incisivo, de 1 PM3, 3 PM1, 1PM2 ou 3PM1.
• Olhos: claros, redondos.
• Orelhas: grandes, longas, muito largas na base, inseridas baixas, divergentes ou convergentes.
• Pescoço: fraco; curto ou enterrado entre os ombros.
• Corpo: muito alongado; laterais do tórax muito largas (cilíndricas).
• Garrote: apagado ou baixo.
• Linha superior: dorso e/ou lombo longos, fracos, selados ou descaídos.
• Garupa: muito inclinada ou elevada.
• Linha inferior: descida demais ou de menos; excesso de ventre.
• Cauda: inserida muito baixa; portada muito alta; formando gancho; desviada.
• Membros: ossatura muito leve ou muito pesada; vistos de perfil, mal aprumados (ex. anteriores muito oblíquos ou carpo fraco). Vistos de frente, pés virando para fora ou para dentro, cotovelos deslocados, etc. Ou, vistos por trás, posteriores muito juntos, afastados ou em forma de barril, jarrete aberto ou fechado etc.; muito pouco ou exageradamente angulados.
• Patas: abertas.
• Movimentação: fechada, passos muito curtos, pouca propulsão, má transmissão pelo dorso.
• Pêlo: nas 4 variedades: insuficiência de sub-pêlo.
Groenendael e Tervueren: pêlo lanoso, ondulado ou crespo. Pêlo insuficientemente longo.
Malinois: pêlo meio longo onde deveria ser curto; pêlo liso; pêlos duros
disseminados entre os pêlos lisos; pêlo ondulado.
Laekenois: pêlo muito longo, sedoso, ondulado, frisado ou curto; cheio de pêlos finos, espalhados por mechas entre os pêlos duros; pêlos longos ao redor dos olhos ou ao redor da extremidade inferior da cabeça; cauda espessa.
• Cor: nas 4 variedades: manchas brancas formando plastrão. Branco nas patas, ultrapassando os dedos.
Groenendael: reflexos vermelhos no pêlo, culotes cinza.
Tervueren: cinza.
Tervueren e Malinois: tigrado; tons insuficientemente vivos; insuficiência ou
excesso de carbonado ou sua disposição em placas pelo corpo; insuficiência de máscara.
Tervueren, Malinois e Laekenois: fulvo muito claro; uma cor de base muito
fraca, chamada “desbotada”, é considerada como um defeito muito grave.
• Caráter: cães inseguros ou hipernervosos.
DEFEITOS ELIMINATÓRIOS
• Carácter: exemplares agressivos ou medrosos.
• Aparência geral: atípicos.
• Dentição: prognatismo superior ou inferior, mesmo sem perda de contacto (tesoura invertida); oclusão cruzada; ausência de 1 canino (1C), de 1 pré-molar superior (1PM4) ou inferior (lM1), de 1 molar (1M1 ou M2, menos o M3), de 1 pré-molar 3 (1PM3) mais qualquer outro dente, ou um total de 3 dentes (menos os pré-molares) ou mais.
• Trufa, lábios, pálpebras: fortemente despigmentados.
• Orelhas: caídas ou mantidas artificialmente erectas.
• Cauda: ausência de cauda ( de nascimento ou por corte); portada muito alta e em forma de anel ou enrolada.
• Pêlo: ausência de sub-pêlo.
• Cores: todas as cores que não correspondam às cores das variedades descritas. Manchas grandes no peito, especialmente se elas forem até a garupa. Branco nas patas, ultrapassando a metade dos metacarpos ou dos metatarsos, formando meias. Manchas brancas em outros lugares além do peito ou dos dedos. Ausência de máscara incluindo o focinho mais claro do que a pelagem do Tervueren e do Malinois.
• Tamanho: fora dos limites permitidos.
CRUZAMENTOS - ACASALAMENTOS INTER-VARIEDADES
Os acasalamentos inter-variedades são proibidos, a não ser em casos bem particulares,com a permissão especial da comissão de criação nacional competente (texto feito em Paris, 1974).
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
- Laeckenois
- Malinois
- Tervueren
Utilização A origem do pastor belga, hoje cão de utilidade
(guarda, defesa, pastoreio) e de serviço polivalente
é a mesma do cão de família.
Sujeito á prova de trabalho para campeonato internacional
APARÊNCIA GERAL: é um cão mediolíneo, harmoniosamente proporcionado, juntando elegância e força, de tamanho médio, de musculatura seca e forte, inscrito num quadrado; rústico, acostumado à vida ao ar livre e construído para resistir às variações atmosféricas tão frequentes no clima belga. Pela harmonia de suas formas e o porte altivo da cabeça, o Pastor Belga deve dar a impressão dessa elegante robustez que se tornou um atributo dos representantes seleccionados de uma raça de trabalho. O Pastor Belga será julgado nas suas posições naturais, sem contacto físico com o apresentador.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: o Pastor Belga está inscrito em um quadrado. O peito desce até o nível dos cotovelos. O comprimento do focinho é igual ou ligeiramente superior à metade do comprimento da cabeça.
CABEÇA: portada alta, longa, sem exagero, rectilínea, bem cinzelada e seca. O comprimento do crânio e o do focinho são semelhantes, no máximo, com uma vantagem muito ténue para o focinho, o que confere ao conjunto uma impressão de fino acabamento.
REGIÃO CRANIANA: de largura média, em proporção ao comprimento da cabeça; a testa mais para plana que arqueada e o sulco sagital pouco acentuado. Vistas de perfil, as linhas superiores do crânio e do focinho são paralelas. Crista occipital pouco pronunciada, arcadas superciliares não proeminentes.
Stop: moderado.
REGIÃO FACIAL
Trufa: preta.
Focinho: de comprimento médio e bem cinzelado debaixo dos olhos, diminuindo gradualmente em direcção ao nariz, em forma de cunha alongada; cana nasal recta e paralela à linha superior prolongada da testa, os maxilares estão bem afastados.
Lábios: finos, bem fechados, e fortemente pigmentados.
Maxilares / Dentes: dentes fortes e brancos, regulares e fortemente inseridos nos maxilares bem desenvolvidos. Articulados em tesoura; a mordedura em pinça que é preferida pelos condutores de rebanhos e gados, é tolerada. Dentição completa, correspondendo à fórmula dentária; a ausência de 2 pré-molares (2PM1) é tolerada e os molares 3 (M3) não devem ser levados em consideração.
Bochechas: secas e bem planas, embora musculosas.
Olhos: de tamanho médio, nem proeminentes, nem profundos; ligeiramente amendoados; oblíquos; castanhos, de preferência escuro; pálpebras,
pretas; olhar frontal, vivo, inteligente e interrogador.
Orelhas: de aspecto claramente triangular, rijas e erectas de implantação alta ,conchas bem arredondadas, as extremidades em ponta, portadas rectas e verticalmente quando o cão está em atenção.
PESCOÇO: bem desenvolvido, ligeiramente alongado, bem musculoso, alargando-se gradualmente para os ombros e sem barbela. A nuca é ligeiramente arqueada.
TRONCO: grande sem ser pesado. O comprimento da ponta do ombro até a ponta da nádega é aproximadamente igual à altura no garrote.
Linha superior: a linha superior do dorso e do lombo é recta.
Garrote: acentuada.
Dorso: firme, curto e bem musculoso.
Garupa: bem musculosa; inclinada muito ligeiramente; suficientemente larga, mas sem excesso.
Peito: pouco largo, mas bem descido. As costelas arqueadas em sua parte superior.
Visto de frente, o ante peito é pouco largo, sem ser estreito.
Linha inferior: começa abaixo do peito e levanta-se ligeiramente em uma curva harmoniosa em direcção ao ventre, que é moderadamente desenvolvido.
CAUDA: bem inserida, forte na base, de comprimento médio, atingindo o jarrete ou o ultrapassando de preferência. Em repouso, é portada pendente, a ponta ligeiramente curvada para trás no nível do jarrete. Em acção, mais elevada, sem ultrapassar a horizontal. A curva em direcção à ponta é mais acentuada, sem que ela nunca forme um gancho ou um desvio.
MEMBROS
Anteriores: ossatura sólida, mas não pesada. Musculatura seca e forte. Os anteriores são bem aprumados vistos de todos os lados e perfeitamente paralelos vistos de frente.
Ombros: as omoplatas são longas e oblíquas, os ombros bem colocados, formando com o úmero um ângulo suficiente e ideal de 110 a 115°.
Braços: longos e suficientemente oblíquos.
Cotovelos: firmes, nem descolados, nem cerrados.
Antebraços: longos e rectos.
Carpos: muito firmes e nítidos.
Metacarpos: fortes e curtos, os mais perpendiculares possíveis ao solo ou ligeiramente inclinados para a frente.
Patas: redondas, pés de gato, dedos arqueados e bem fechados. Almofadas espessas e elásticas. Unhas escuras e grossas.
Posteriores: poderosos, mas sem serem pesados; de perfil, os posteriores são bem aprumados e, vistos por trás, perfeitamente paralelos.
Coxas: de comprimento médio, largas e fortemente musculosas.
Joelhos: aproximadamente aprumados à garupa; angulação do joelho normal.
Pernas: de comprimento médio, largas e musculosas.
Jarretes: bem descidos, largos e musculosos. Moderadamente angulados.
Metatarsos: sólidos e curtos. Os presunhos não são desejados.
Patas: podem ser ligeiramente ovais. Dedos arqueados e bem fechados. Almofadas espessas e elásticas. As unhas são escuras e grossas.
MOVIMENTAÇÃO: viva e livre em todos os seus tipos. O Pastor Belga é um bom galopador, mas sua movimentação habitual são os passos e especialmente o trote. Os membros se movem paralelamente ao plano mediano do corpo. Em grande velocidade, os pés se aproximam do plano mediano . No trote, a amplitude é média, o movimento é regular e fácil, com uma boa propulsão dos posteriores. A linha superior permanece bem firme, sem que os anteriores sejam levantados muito alto. Constantemente em movimento, o Pastor Belga parece incansável. O seu modo de andar é rápido, elástico e vivo. Ele é capaz de fazer uma mudança repentina de direcção em plena velocidade. Pelo seu temperamento exuberante e seu desejo de guardar e proteger, ele tem uma tendência a movimentar -se em círculo.
Pele: elástica, mas bem estendida sobre o corpo; borda dos lábios e das pálpebras bem pigmentadas.
PELAGEM E VARIEDADES: o pêlo é de comprimento, de aspecto e
de cor variada nos Pastores Belgas, esse ponto foi adoptado como critério para distinguir as 4 variedades da raça: o Groenendael, o Tervueren, o Malinois e o Laekenois. Essas quatro variedades são julgadas separadamente .
TEXTURA DO PÊLO: em todas as variedades, o pêlo deve ser sempre denso, fechado e de boa textura, formando com o sub-pêlo lanoso uma excelente cobertura protectora.
A- PÊLO LONGO: o pêlo é curto sobre a cabeça, na face externa das orelhas e na parte inferior dos membros, menos na borda posterior do antebraço que é guarnecida do cotovelo ao carpo por pêlos longos chamados franjas. O pêlo é longo e liso sobre o restante do corpo. Mais longo e abundante ao redor do pescoço e sobre o ante-peito, onde ele forma um colar e uma juba. A entrada do canal auditivo é protegida por pêlos espessos. Os pêlos, a partir da base das orelhas, são levantados e emolduram a cabeça. A parte traseira das coxas é provida de um pêlo muito longo e muito abundante, formando culotes. A cauda é guarnecida por pêlos longos e abundantes formando penacho. O Groenendael e o Tervueren são cães de pêlo longo.
B- PÊLO CURTO: o pêlo é muito curto sobre a cabeça, na face externa das orelhas e na parte inferior dos membros. É curto sobre o corpo e mais abundante na cauda e ao redor do pescoço, onde forma uma juba que nasce na base das orelhas, estendendo-se até a garganta. A parte traseira das coxas também é franjada de pêlos mais longos. A cauda é eriçada, mas não forma penacho. Os Malinois são de pêlo curto.
C- PÊLO DURO: o que caracteriza sobretudo o pêlo duro é seu estado de rudeza e de secura, que, além disso, é também áspero e eriçado. O comprimento do pêlo no corpo é de 6 cm sobre todas as partes. É mais curto sobre a cana nasal, na testa e nos membros. Ao redor dos olhos e ao redor do focinho, os pêlos não devem ser tão desenvolvidos a ponto de esconder a forma da cabeça. A existência da guarnição do focinho é, todavia, obrigatória. A cauda não deve formar penacho. Os Laekenois são de pêlo duro.
COR
Máscara: nos Tervueren e nos Malinois, a máscara deve ser muito bem pronunciada e tender a englobar os lábios superiores e inferiores, a comissura labial e as pálpebras em uma só zona preta. Foi definido um mínimo de 6 pontos de pigmentação: as duas orelhas, as duas pálpebras superiores e os dois lábios (superior e inferior) devem ser pretos.
Carbonado: para os Tervueren e os Malinois, carbonado significa que os pêlos têm uma extremidade preta, que sombreia a cor de base. Esse preto é de toda maneira em forma de “chama”, e não pode estar presente nem em grandes placas, nem em verdadeiras listras (tigrado). Nos Laekenois, o carbonado é mais discreto.
Groenendael: unicamente preto.
Tervueren: unicamente o fulvo encarvoado e o cinza-carbonado com máscara preta. Entretanto, a cor fulvo-carbonado é a preferida. O fulvo deve ser saturado, mas não deve ser nem claro nem esbatido. Qualquer cão cuja cor seja diferente da fulvo-carbonado ou que não responda à intensidade desejada não poderá ser considerado um exemplar de elite.
Malinois: unicamente fulvo-carbonado com máscara preta.
Laekenois: unicamente fulvo com traços de encarvoado, principalmente, no focinho e na cauda.
Para todas as variedades: um pouco de branco é tolerado no peito e nos dedos.
TAMANHO
Altura na cernelha: a altura desejada é em média de:
62 cm para os machos.
58 cm para as fêmeas.
Limite: menos 2 cm, mais 4 cm.
Peso: Machos: entre 25 e 30 kg.
Fêmeas: entre 20 e 25 kg.
Medidas: medidas médias normais de um cão Pastor Belga, macho de 62 cm no garrote:
• comprimento do corpo (da ponta do ombro à ponta da nádega): 62 cm.
• comprimento da cabeça: 25 cm.
• comprimento do focinho: 12,5 a 13 cm.
FALTAS: Qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exacta proporção de sua gravidade.
• Aparência geral: muito pesado, falta de elegância, muito leve ou muito fraco, mais longo do que alto, inscrito em um rectângulo.
• Cabeça: pesada, muito forte, falta de paralelismo, sem cinzelamento ou seca; testa muito arredondada; stop muito marcado ou não marcado; focinho muito curto ou pontudo; cana nasal côncava; arcadas supraciliares muito
proeminentes.
• Trufa, lábios e pálpebras: sinais de despigmentação.
• Dentição: incisivos mal implantados. DEFEITO GRAVE: falta de 1 incisivo, de 1 PM3, 3 PM1, 1PM2 ou 3PM1.
• Olhos: claros, redondos.
• Orelhas: grandes, longas, muito largas na base, inseridas baixas, divergentes ou convergentes.
• Pescoço: fraco; curto ou enterrado entre os ombros.
• Corpo: muito alongado; laterais do tórax muito largas (cilíndricas).
• Garrote: apagado ou baixo.
• Linha superior: dorso e/ou lombo longos, fracos, selados ou descaídos.
• Garupa: muito inclinada ou elevada.
• Linha inferior: descida demais ou de menos; excesso de ventre.
• Cauda: inserida muito baixa; portada muito alta; formando gancho; desviada.
• Membros: ossatura muito leve ou muito pesada; vistos de perfil, mal aprumados (ex. anteriores muito oblíquos ou carpo fraco). Vistos de frente, pés virando para fora ou para dentro, cotovelos deslocados, etc. Ou, vistos por trás, posteriores muito juntos, afastados ou em forma de barril, jarrete aberto ou fechado etc.; muito pouco ou exageradamente angulados.
• Patas: abertas.
• Movimentação: fechada, passos muito curtos, pouca propulsão, má transmissão pelo dorso.
• Pêlo: nas 4 variedades: insuficiência de sub-pêlo.
Groenendael e Tervueren: pêlo lanoso, ondulado ou crespo. Pêlo insuficientemente longo.
Malinois: pêlo meio longo onde deveria ser curto; pêlo liso; pêlos duros
disseminados entre os pêlos lisos; pêlo ondulado.
Laekenois: pêlo muito longo, sedoso, ondulado, frisado ou curto; cheio de pêlos finos, espalhados por mechas entre os pêlos duros; pêlos longos ao redor dos olhos ou ao redor da extremidade inferior da cabeça; cauda espessa.
• Cor: nas 4 variedades: manchas brancas formando plastrão. Branco nas patas, ultrapassando os dedos.
Groenendael: reflexos vermelhos no pêlo, culotes cinza.
Tervueren: cinza.
Tervueren e Malinois: tigrado; tons insuficientemente vivos; insuficiência ou
excesso de carbonado ou sua disposição em placas pelo corpo; insuficiência de máscara.
Tervueren, Malinois e Laekenois: fulvo muito claro; uma cor de base muito
fraca, chamada “desbotada”, é considerada como um defeito muito grave.
• Caráter: cães inseguros ou hipernervosos.
DEFEITOS ELIMINATÓRIOS
• Carácter: exemplares agressivos ou medrosos.
• Aparência geral: atípicos.
• Dentição: prognatismo superior ou inferior, mesmo sem perda de contacto (tesoura invertida); oclusão cruzada; ausência de 1 canino (1C), de 1 pré-molar superior (1PM4) ou inferior (lM1), de 1 molar (1M1 ou M2, menos o M3), de 1 pré-molar 3 (1PM3) mais qualquer outro dente, ou um total de 3 dentes (menos os pré-molares) ou mais.
• Trufa, lábios, pálpebras: fortemente despigmentados.
• Orelhas: caídas ou mantidas artificialmente erectas.
• Cauda: ausência de cauda ( de nascimento ou por corte); portada muito alta e em forma de anel ou enrolada.
• Pêlo: ausência de sub-pêlo.
• Cores: todas as cores que não correspondam às cores das variedades descritas. Manchas grandes no peito, especialmente se elas forem até a garupa. Branco nas patas, ultrapassando a metade dos metacarpos ou dos metatarsos, formando meias. Manchas brancas em outros lugares além do peito ou dos dedos. Ausência de máscara incluindo o focinho mais claro do que a pelagem do Tervueren e do Malinois.
• Tamanho: fora dos limites permitidos.
CRUZAMENTOS - ACASALAMENTOS INTER-VARIEDADES
Os acasalamentos inter-variedades são proibidos, a não ser em casos bem particulares,com a permissão especial da comissão de criação nacional competente (texto feito em Paris, 1974).
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
Referências utilizadas:
Enciclopédia do Cão Royal Canin.
Revista Cães & Cia.
Revista Cães & Mascotes
Arca de Noé. pt
Dogtimes. br


1 comentários:
estou encantada com essa raça, por isso espero o filhote no final do mês.
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